Doutrina da Expiação no AT e NT – (Parte 1)

24/06/2009

por Antonio Paulo Castro Corrêa

Sumário

1 DEFINIÇÕES
1.1 Verbo expiar
1.2 Substantivo expiação
2 CONCEITO DE EXPIAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
2.1 Expiação tipificada
2.2 Natureza dos sacrifícios
2.3 O alcance da expiação
3 A RELAÇÃO DO CONCEITO DE EXPIAÇÃO ENTRE O AT E O NT
3.1 Propiciação
3.2 Redenção e Resgate
3.3 Reconciliação
3.4 Cristo e as ofertas do Antigo Testamento
4 CONCLUSÃO
5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

INTRODUÇÃO

O presente trabalho baseia-se nos ensinamentos de três teólogos altamente conceituados no meio evangélico: Myer Pearlman, adepto da teologia não reformada; Louis Berkhof e Lewis Sperry Chafer, defensores da teologia reformada. Começaremos comentando sobre a palavra “sacrifício” que é a chave para o significado da morte de Cristo, muitas teorias modernas têm surgido para explicar essa morte, mas qualquer explicação que deixe de fora o elemento da expiação é antibíblica, porque nada é mais assinalado no Novo Testamento que o uso de termos sacrificais para expor a morte de Cristo, segundo PEARLMAN.

BERKHOF também concorda que a principal parte da obra sacerdotal de Cristo concentra-se na expiação. Esta palavra, expiação (Lv 5.10), é o termo pelo qual muitos têm expressado a obra total de Cristo sobre a cruz, é o que comenta CHAFER. É pacífico no meio evangélico a importância da doutrina da expiação. Por isso, este trabalho tem a finalidade de explanar esta doutrina de forma sistemática, analisando seu conceito no antigo Testamento; de estabelecer a relação desta doutrina com o Novo Testamento e apresentá-la sob a ótica da teologia reformada e da não-reformada, no intuito de trazer conhecimento sobre a referida doutrina, à luz do ensino da Escritura Sagrada.

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